O futuro da multipropriedade no Brasil: tendências e inovações do setor

O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão para o mercado de multipropriedade no Brasil. Ao longo do período, ao menos cinco estudos relevantes sobre o modelo de propriedade compartilhada foram divulgados, não apenas confirmando o ritmo acelerado de crescimento do setor, mas, sobretudo, consolidando sua credibilidade. O avanço atual da multipropriedade se apoia em dados consistentes, análises aprofundadas e diagnósticos cada vez mais precisos.

Nesse contexto, a produção de pesquisas setoriais deixam de ser um diferencial competitivo e passam a representar uma necessidade estratégica. Essa base de conhecimento é fundamental para dialogar com o poder público, estruturar políticas de desenvolvimento turístico e, principalmente, atrair capital institucional e investidores privados. 

Estudos publicados em 2025 por entidades como ADIT Brasil, Sindepat e Adibra, além de consultorias especializadas como Caio Calfat Real Estate Consulting, Noctua, RCI e Mapie, convergem para a mesma constatação: a propriedade compartilhada no Brasil é uma realidade consolidada, juridicamente segura, em processo acelerado de profissionalização e com forte capacidade de geração de valor e empregos.

futuro da multipropriedade

Expansão do modelo em regiões turísticas brasileiras

O mercado de multipropriedade está em franca expansão nas principais regiões turísticas do país. Segundo a Caio Calfat Real Estate Consulting, o setor já se aproxima de R$ 93 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), distribuídos em 216 empreendimentos localizados em 91 cidades e 18 estados brasileiros, dos quais mais da metade já está em operação. Esse salto de 92 projetos em 2019 para mais de 200 em 2025 representa um crescimento superior a 100% em apenas seis anos.

A multipropriedade democratiza o acesso a resorts e complexos turísticos de alto padrão ao permitir a aquisição fracionada, com períodos determinados de uso ao longo do ano. Esse modelo atende a uma demanda crescente do turismo interno, impulsionada por melhorias de infraestrutura, maior mobilidade e valorização do lazer como parte do estilo de vida do brasileiro.

Além do benefício direto ao consumidor, o impacto econômico nas cidades é significativo. O aumento do fluxo turístico ao longo de todo o ano movimenta hotéis, bares, restaurantes e o comércio local, gera empregos e amplia a arrecadação municipal. Esse efeito multiplicador transforma a multipropriedade em uma importante alavanca de desenvolvimento regional.

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O papel da tecnologia na gestão e experiência do cotista

Com o crescimento do setor, cresce também a complexidade operacional. A multipropriedade não se resume à venda de cotas: envolve gestão de contratos, controle de uso, relacionamento contínuo com o cliente, cobrança, operação hoteleira e atendimento multicanal. O amadurecimento do mercado exige tecnologia especializada. 

Plataformas desenvolvidas especificamente para multipropriedade, como CRMs dedicados ao modelo compartilhado, permitem centralizar dados, integrar equipes, automatizar processos e acompanhar toda a jornada do cliente: do pós-venda à utilização do produto. Investir em tecnologia deixou de ser uma escolha operacional para se tornar um fator crítico de competitividade, escalabilidade e sustentabilidade do negócio.

Multipropriedades temáticas e de luxo: o que vem por aí

As tendências globais apontam para uma diversificação cada vez maior dos modelos de multipropriedade. Além do turismo de lazer tradicional, surgem projetos temáticos, de luxo e experiências altamente personalizadas, conectadas ao bem-estar, à gastronomia, à sustentabilidade e ao entretenimento.

Paralelamente, o conceito avança para contextos urbanos, com formatos híbridos como colivings, coworkings e empreendimentos voltados a executivos e nômades digitais. Essa evolução dialoga com o chamado direito imobiliário regenerativo, ao integrar retorno financeiro, economia compartilhada e responsabilidade socioambiental. O futuro da multipropriedade passa, portanto, por modelos mais conscientes, flexíveis e alinhados a novos padrões de consumo e ocupação do território.

O posicionamento do Hot Beach Residence Club como referência nacional

O Hot Beach Residence Club, em Olímpia (SP), é um exemplo emblemático de como a multipropriedade pode ser bem-sucedida em regiões turísticas brasileiras. Inserido em um dos destinos mais visitados do interior do país, o empreendimento se beneficia de uma forte âncora de entretenimento, com parques aquáticos consolidados, alta taxa de visitação e operação turística durante todo o ano.

Essa integração entre lazer, hotelaria e multipropriedade cria um modelo resiliente, com alta atratividade para o consumidor e segurança para o investidor. Olímpia reúne infraestrutura, fluxo contínuo de turistas, vocação familiar e capacidade de expansão, tornando-se um case claro de como o turismo compartilhado pode impulsionar economias locais e consolidar destinos. O Hot Beach Residence Club reflete as principais tendências do setor: experiência, recorrência, gestão profissional e geração de valor sustentável.

Clique aqui e saiba mais sobre o Residence Club

 

O futuro da multipropriedade no Brasil: tendências e inovações do setor

O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão para o mercado de multipropriedade no Brasil. Ao longo do período, ao menos cinco estudos relevantes sobre o modelo de propriedade compartilhada foram divulgados, não apenas confirmando o ritmo acelerado de crescimento do setor, mas, sobretudo, consolidando sua credibilidade. O avanço atual da multipropriedade se apoia em dados consistentes, análises aprofundadas e diagnósticos cada vez mais precisos.

Nesse contexto, a produção de pesquisas setoriais deixam de ser um diferencial competitivo e passam a representar uma necessidade estratégica. Essa base de conhecimento é fundamental para dialogar com o poder público, estruturar políticas de desenvolvimento turístico e, principalmente, atrair capital institucional e investidores privados. 

Estudos publicados em 2025 por entidades como ADIT Brasil, Sindepat e Adibra, além de consultorias especializadas como Caio Calfat Real Estate Consulting, Noctua, RCI e Mapie, convergem para a mesma constatação: a propriedade compartilhada no Brasil é uma realidade consolidada, juridicamente segura, em processo acelerado de profissionalização e com forte capacidade de geração de valor e empregos.

futuro da multipropriedade

Expansão do modelo em regiões turísticas brasileiras

O mercado de multipropriedade está em franca expansão nas principais regiões turísticas do país. Segundo a Caio Calfat Real Estate Consulting, o setor já se aproxima de R$ 93 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), distribuídos em 216 empreendimentos localizados em 91 cidades e 18 estados brasileiros, dos quais mais da metade já está em operação. Esse salto de 92 projetos em 2019 para mais de 200 em 2025 representa um crescimento superior a 100% em apenas seis anos.

A multipropriedade democratiza o acesso a resorts e complexos turísticos de alto padrão ao permitir a aquisição fracionada, com períodos determinados de uso ao longo do ano. Esse modelo atende a uma demanda crescente do turismo interno, impulsionada por melhorias de infraestrutura, maior mobilidade e valorização do lazer como parte do estilo de vida do brasileiro.

Além do benefício direto ao consumidor, o impacto econômico nas cidades é significativo. O aumento do fluxo turístico ao longo de todo o ano movimenta hotéis, bares, restaurantes e o comércio local, gera empregos e amplia a arrecadação municipal. Esse efeito multiplicador transforma a multipropriedade em uma importante alavanca de desenvolvimento regional.

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O papel da tecnologia na gestão e experiência do cotista

Com o crescimento do setor, cresce também a complexidade operacional. A multipropriedade não se resume à venda de cotas: envolve gestão de contratos, controle de uso, relacionamento contínuo com o cliente, cobrança, operação hoteleira e atendimento multicanal. O amadurecimento do mercado exige tecnologia especializada. 

Plataformas desenvolvidas especificamente para multipropriedade, como CRMs dedicados ao modelo compartilhado, permitem centralizar dados, integrar equipes, automatizar processos e acompanhar toda a jornada do cliente: do pós-venda à utilização do produto. Investir em tecnologia deixou de ser uma escolha operacional para se tornar um fator crítico de competitividade, escalabilidade e sustentabilidade do negócio.

Multipropriedades temáticas e de luxo: o que vem por aí

As tendências globais apontam para uma diversificação cada vez maior dos modelos de multipropriedade. Além do turismo de lazer tradicional, surgem projetos temáticos, de luxo e experiências altamente personalizadas, conectadas ao bem-estar, à gastronomia, à sustentabilidade e ao entretenimento.

Paralelamente, o conceito avança para contextos urbanos, com formatos híbridos como colivings, coworkings e empreendimentos voltados a executivos e nômades digitais. Essa evolução dialoga com o chamado direito imobiliário regenerativo, ao integrar retorno financeiro, economia compartilhada e responsabilidade socioambiental. O futuro da multipropriedade passa, portanto, por modelos mais conscientes, flexíveis e alinhados a novos padrões de consumo e ocupação do território.

O posicionamento do Hot Beach Residence Club como referência nacional

O Hot Beach Residence Club, em Olímpia (SP), é um exemplo emblemático de como a multipropriedade pode ser bem-sucedida em regiões turísticas brasileiras. Inserido em um dos destinos mais visitados do interior do país, o empreendimento se beneficia de uma forte âncora de entretenimento, com parques aquáticos consolidados, alta taxa de visitação e operação turística durante todo o ano.

Essa integração entre lazer, hotelaria e multipropriedade cria um modelo resiliente, com alta atratividade para o consumidor e segurança para o investidor. Olímpia reúne infraestrutura, fluxo contínuo de turistas, vocação familiar e capacidade de expansão, tornando-se um case claro de como o turismo compartilhado pode impulsionar economias locais e consolidar destinos. O Hot Beach Residence Club reflete as principais tendências do setor: experiência, recorrência, gestão profissional e geração de valor sustentável.

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O futuro da multipropriedade no Brasil: tendências e inovações do setor

A multipropriedade imobiliária no Brasil é um modelo de propriedade compartilhada onde várias pessoas compram frações de um imóvel, como um resort ou apartamento, e cada coproprietário tem o direito de uso exclusivo por períodos específicos do ano, dividindo os custos de aquisição e manutenção, o que torna a propriedade mais acessível e prática para quem deseja um local de férias sem as responsabilidades de manutenção integral.

O que é multipropriedade imobiliária? É furada?

Você já ouviu falar em multipropriedade mas ainda não sabe o que é ou se vale a pena? Não se preocupe, é mais simples do que parece! Aqui você encontrará as respostas para todas as suas dúvidas de uma forma descomplicada e fácil.

Imagine que você adora passar férias em um lugar incrível, mas não quer se preocupar com os custos e a manutenção de uma casa ou apartamento no local (normalmente turístico), é aí que a multipropriedade entra na vida dos viajantes:

Basicamente, é quando várias pessoas compram juntas um pedaço de uma propriedade, como um chalé em uma praia bonita, uma cabana na montanha ou um lindo apartamento em um dos resorts mais bonitos do Brasil, o Hot Beach Suites. Cada pessoa tem o direito de usar essa propriedade por um período específico do ano, normalmente dividido em semanas.

Mas e aí, será que é furada? Bem, depende. Se você escolher um lugar que realmente ama e que combina com suas necessidades de férias, pode ser uma ótima opção. É como ter uma casa de férias sem todas as preocupações de ser o único responsável por ela.

No entanto, é importante pesquisar bem antes de investir. Certifique-se de entender todas as regras e custos envolvidos. Às vezes, pode haver taxas extras ou regras complicadas que você não esperava, por isso é sempre importante atentar-se e ler o contrato de forma calma e detalhada antes de assinar. No Hot Beach, por exemplo, possuímos uma equipe especializada que estará todo o tempo com o comprador desde o momento inicial do seu interesse até o fechamento do contrato para tirar dúvidas e ajudar você a tomar a decisão certa com honestidade e cuidado.

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O que levar em conta antes de contratar?

Agora que você já sabe mais o que é multipropriedade e como ela funciona separamos 5 pontos que você deve levar em conta antes de tomar a decisão de contratação:

  1.  Localização e Destino: Antes de tudo, certifique-se de escolher um destino que realmente lhe interesse. Pense nos tipos de férias que você gosta de ter, algum lugar que você nunca se cansa de visitar e se a localização da propriedade se encaixa nisso.
  2. Custos e Taxas: Entenda completamente os custos envolvidos. Além do valor da compra da fração da propriedade, há taxas de manutenção e outras despesas que podem variar como o valor do condomínio. Certifique-se de calcular todas essas despesas para garantir que caibam no seu orçamento.
  3.  Regras e Restrições: Leia atentamente todas as regras e regulamentos associados. Isso inclui quais são seus direitos de uso, quais são as regras de reserva e cancelamento, e se há restrições sobre o aluguel da sua semana.
  4. Flexibilidade e Troca: Algumas empresas de multipropriedade oferecem a opção de trocar sua semana em um destino por outra em outro lugar. Se isso for importante para você, verifique se essa opção está disponível e como funciona.
  5. Histórico e Reputação da Empresa: Faça uma pesquisa sobre a empresa que está oferecendo a multipropriedade. Verifique seu histórico, reputação e avaliações de outros clientes para garantir que seja uma empresa confiável e sólida.

Características da multipropriedade imobiliária

A multipropriedade imobiliária, também conhecida como time-sharing ou propriedade compartilhada, possui várias características que fazem dela ser única para poder atender diferentes públicos e suas necessidades: Na multipropriedade, várias pessoas adquirem uma parte de uma propriedade, como um apartamento, casa de campo ou resort. Na Propriedade compartilhada cada proprietário tem o direito de usar a propriedade por um período específico do ano.  Outa característica importante é a Divisão de Custos, ao compartilhar a propriedade com outros proprietários, os custos de aquisição e manutenção são divididos entre os co-proprietários, tornando a propriedade mais acessível do que se fosse adquirida individualmente. A Amenidades Compartilhadas são um “plus” que atribuem a propriedade, já que muitas propriedades compartilhadas oferecem uma variedade de amenidades e serviços, como piscinas, spas, academias, áreas de lazer e atividades recreativas, que podem ser desfrutadas por todos os proprietários.

Não podemos deixar de comentar sobre a Gestão Profissional, a qual a administração e manutenção da propriedade são geralmente realizadas por uma empresa de gestão profissional, o que pode garantir a manutenção adequada das instalações e serviços aos proprietários. E, por último, os Direitos de Propriedade Definidos em que cada proprietário possui direitos de propriedade claramente definidos, incluindo o direito de vender sua parte da propriedade, transferir ou deixar como herança.

Quais são os aspectos legais e regulamentação da multipropriedade?

Os aspectos legais e regulamentação da multipropriedade podem variar de acordo com o país e até mesmo dentro de diferentes estados ou regiões dentro de um mesmo país. No entanto, geralmente, existem algumas características comuns que são abordadas pela legislação e regulamentação relacionadas à multipropriedade, como as Leis de Proteção ao Consumidor, que são um conjunto de leis que frequentemente abordam questões como transparência na divulgação de informações, práticas de vendas agressivas, direitos de rescisão de contrato e direitos de cancelamento.

O Contratos e Acordos é uma regulamentação da multipropriedade que geralmente estabelece requisitos específicos para os contratos e acordos entre os proprietários e a empresa que oferece o serviço. Isso pode incluir detalhes sobre os direitos e responsabilidades de cada parte, regras de uso da propriedade, taxas e custos associados, entre outros aspectos. Além disso a legislação relacionada à multipropriedade geralmente garante os direitos de propriedade dos proprietários, incluindo direitos de venda, transferência, herança e rescisão de contrato.

Muitas vezes, existem disposições legais para a resolução de disputas entre proprietários e empresas de multipropriedade. Isso pode incluir procedimentos de arbitragem, mediação ou acesso a sistemas judiciais para resolver litígios.

Como funciona o compartilhamento de despesas e manutenção em uma multipropriedade?

É muito importante saber todos os detalhes sobre como acontece as despesas e os valores das manutenções dos imóveis adquiridos por meio da propriedade, separamos alguns pontos importantes a se considerar quando esse é o assunto em questão:

Custos de Aquisição: Os custos iniciais de aquisição da propriedade são divididos entre os co-proprietários de acordo com a fração de propriedade de cada um. Isso pode incluir o preço de compra do imóvel, taxas legais e quaisquer outros custos associados à aquisição.

Taxas de Manutenção: Para cobrir os custos contínuos de manutenção e operação da propriedade, os co-proprietários geralmente são obrigados a pagar taxas de manutenção regulares. Essas taxas podem incluir despesas como limpeza, jardinagem, segurança, serviços públicos, seguro e reparos gerais.

Reservas para Contingências: Além das taxas de manutenção regulares, os co-proprietários podem ser solicitados a contribuir para um fundo de reserva para contingências. Este fundo é utilizado para cobrir despesas imprevistas ou emergenciais, como reparos importantes ou substituição de equipamentos.

Decisões Coletivas: Normalmente, as decisões relacionadas à manutenção e despesas da propriedade são tomadas de forma colaborativa entre os co-proprietários. Isso pode ser feito por meio de reuniões periódicas, votações ou comitês de administração.

Transparência Financeira: É fundamental que haja transparência financeira na gestão das despesas e manutenção da multipropriedade. Os co-proprietários devem ter acesso às informações financeiras relevantes, como orçamentos, demonstrativos de despesas e relatórios de prestação de contas.

Agora que você já sabe tudo sobre multipropriedade e que o Hot Beach é um destino turístico incrível, onde você pode passar momentos inesquecíveis com sua família nas nossas águas quentinhas e de pura diversão. Você pode investir na multipropriedade imobiliária no Hot Beach Residence Club! Aqui você fica pertinho da alegria sem estar longe de casa.

O Contratos e Acordos é uma regulamentação da multipropriedade que geralmente estabelece requisitos específicos para os contratos e acordos entre os proprietários e a empresa que oferece o serviço. Isso pode incluir detalhes sobre os direitos e responsabilidades de cada parte, regras de uso da propriedade, taxas e custos associados, entre outros aspectos. Além disso a legislação relacionada à multipropriedade geralmente garante os direitos de propriedade dos proprietários, incluindo direitos de venda, transferência, herança e rescisão de contrato.

Muitas vezes, existem disposições legais para a resolução de disputas entre proprietários e empresas de multipropriedade. Isso pode incluir procedimentos de arbitragem, mediação ou acesso a sistemas judiciais para resolver litígios.

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