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O perfil do investidor em multipropriedade no Brasil

O perfil do investidor em multipropriedade no Brasil

O mercado de multipropriedade no Brasil vive um momento de amadurecimento e expansão consistente, atraindo um público cada vez mais consciente, informado e interessado em unir investimento imobiliário, lazer e qualidade de vida. Diferente do modelo tradicional de aquisição de imóveis, a multipropriedade se consolida como uma alternativa inteligente para quem deseja usufruir de destinos turísticos consolidados, reduzir custos e, ao mesmo tempo, proteger o patrimônio. Os dados mais recentes do setor mostram que esse movimento trata-se de uma mudança clara no comportamento do investidor brasileiro, que passa a enxergar o imóvel de lazer como parte de um lifestyle planejado.

perfil do investidor

Quem investe em multipropriedade hoje: dados e tendências do setor

O perfil do investidor em multipropriedade no Brasil vem se consolidando ao mesmo tempo em que se transforma. Atualmente, mais de 90% dos compradores são casais, com ou sem filhos, concentrados na faixa etária entre 30 e 59 anos. A Geração X, especialmente o público entre 40 e 49 anos, ainda representa a maior parcela dos multiproprietários, respondendo por cerca de 43,5% do total. Em termos de renda, predomina a classe média e média-alta, com renda familiar mensal entre R$ 7.101 e R$ 22 mil, formada por consumidores financeiramente estabilizados e em busca de melhor aproveitamento do lazer.

Esse perfil tradicional, no entanto, passa a conviver com novas tendências de consumo que impulsionam a expansão do setor. A multipropriedade cresce no Brasil e no mundo ao se alinhar a conceitos como economia compartilhada, flexibilidade e experiências sustentáveis, valores cada vez mais relevantes para as novas gerações. Nesse contexto, a Geração Z desponta como uma força emergente de consumo, influenciando o mercado de turismo e hospitalidade a repensar modelos baseados na posse exclusiva e a oferecer soluções mais adaptáveis ao estilo de vida contemporâneo.

A multipropriedade se encaixa perfeitamente nesse novo cenário ao permitir o uso de um imóvel de lazer com custos de aquisição e manutenção compartilhados, ampliando o acesso e reduzindo desperdícios. De acordo com o relatório “A Era da Adaptabilidade”, do ManpowerGroup, a Geração Z deverá representar 58% da força de trabalho global até 2030, fortalecendo práticas de consumo consciente e consolidando a economia colaborativa como um pilar dos novos modelos de negócios.

Especialistas destacam que jovens nascidos entre 1995 e 2010 valorizam sustentabilidade, direitos humanos, transparência e experiências digitais. Mais imediatistas e bem informados, realizam pesquisas detalhadas sobre imóveis, preços e reputação das empresas antes mesmo de visitar estandes de vendas, além de buscarem processos menos burocráticos. Esse comportamento acelera mudanças no setor imobiliário e reforça o potencial da multipropriedade como uma solução alinhada às expectativas das gerações atuais e futuras.

Esse movimento já se reflete nos números do mercado. Segundo o estudo Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades no Brasil 2025, da Caio Calfat Real Estate Consulting, o VGV potencial do setor alcançou R$ 92,7 bilhões, um crescimento de 16,6% em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente pela região Sul. Com mais de 216 projetos ativos no país, a multipropriedade se consolida como um modelo robusto, escalável e cada vez mais conectado às transformações sociais e aos novos padrões de consumo.

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Diferenças entre o investidor tradicional e o de imóveis fracionados

Enquanto o investidor imobiliário tradicional busca, em geral, imóveis para locação contínua ou valorização de longo prazo, o investidor em multipropriedade adota uma lógica híbrida. Ele valoriza tanto o uso pessoal quanto o potencial de valorização do ativo. A multipropriedade reduz barreiras de entrada, dilui custos de aquisição, manutenção e impostos, e dá acesso a empreendimentos de alto padrão que muitas vezes seriam inviáveis em compra integral.

Outro diferencial está no perfil comportamental: o investidor de imóveis fracionados tende a ser mais orientado à experiência, ao planejamento de férias e à previsibilidade de uso, enxergando o imóvel como extensão do seu estilo de vida.

Motivações mais comuns: lazer, valorização, renda ou status?

O lazer é, sem dúvida, a principal motivação. Mais de 80% dos multiproprietários preferem destinos de praia, segundo a Caio Calfat, buscando conforto, recorrência e qualidade nas férias. No entanto, outros fatores ganham relevância: a valorização patrimonial em destinos turísticos consolidados, a possibilidade de renda via intercâmbio ou locação e, em alguns casos, o status associado a empreendimentos bem localizados e com infraestrutura completa.

Dados mostram ainda que 61,55% dos compradores já possuem imóvel próprio quitado, o que reforça o caráter estratégico da multipropriedade como diversificação patrimonial, e não como primeira aquisição imobiliária.

Como o Hot Beach Residence Club atrai diferentes perfis de compradores

O Hot Beach Residence Club se destaca por dialogar com múltiplos perfis dentro desse novo investidor. Sua localização em um destino turístico estruturado como Olímpia, aliada a um complexo de lazer completo e gestão profissional, atrai desde famílias em busca de férias recorrentes e seguras até investidores que desejam associar patrimônio, experiência e conveniência.

Além disso, o modelo oferece flexibilidade de uso, padrão elevado de serviços e integração com um parque aquático consolidado, fatores que aumentam a percepção de valor e ampliam o interesse de compradores das grandes capitais e do interior. Dessa forma, o empreendimento se posiciona como uma solução alinhada ao novo comportamento do investidor brasileiro: mais racional, mais conectado ao lifestyle e atento à inteligência do investimento.

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